Teve um tempo em que a Bahia quase vira ACMlândia. Os prédios públicos, escolas, hospitais, praças, logradouros e até municípios ganhavam nomes, quando não do próprio Antônio Carlos Magalhães, de seus familiares e parentes. Nem a lei que impedia esse tipo de homenagem a pessoas vivas freava a volúpia de poder do Cabeça Branca, insaciável na determinação de deixar a sua marca onde quer que fosse na Bahia.