As declarações racistas do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, exaltando a cor da pele branca como “diferencial” de Pomerode, repercutiram negativamente em todo o país. A fala, amplamente repudiada, foi classificada como apologia à supremacia racial, algo inadmissível em uma democracia. Diante da gravidade, o Ministério Público avalia ingressar com uma ação civil pública por crime de racismo, considerando a flagrante violação aos princípios de igualdade e respeito. Mello, conhecido por seu alinhamento bolsonarista, mostra-se mais preocupado em agradar uma bolha extremista do que em liderar para todos. O Brasil exige responsabilização, pois não há espaço para discursos que alimentem racismo e divisão em nossa sociedade.