A Fundação Getúlio Vargas (FGV), outrora referência em formação executiva de alto nível, já não é a mesma. Seus cursos de pós-graduação executiva, que deveriam preparar líderes para enfrentar os desafios do mundo corporativo, perderam a conexão com o mercado. A crescente presença de professores sem vivência empresarial é alarmante. Essa desconexão com a realidade faz com que conceitos errados sejam ensinados em disciplinas cruciais, como finanças corporativas, prejudicando diretamente a formação dos alunos. Embora muitos professores possuam sólida formação acadêmica, a ausência de experiência prática compromete a capacidade de conectar teoria à realidade das corporações. A FGV precisa reavaliar urgentemente seus padrões, ou continuará vendo sua reputação como formadora de líderes empresariais se deteriorar.