Os barraqueiros reclamam que a prefeitura de Salvador deixou frouxo o ordenamento do comércio informal na faixa de areia do Porto da Barra e o resultado foi a privatização do espaço público com a chegada de inúmeros vendedores desautorizados. No caos, sob a vista grossa municipal, os banhistas estavam praticamente impedidos de tomar sol em suas próprias cadeiras de praia. Precisavam alugar uma pelo preço de R$30, porque só havia espaço para as ofertadas por gente que nem sequer tinha permissão de explorar o serviço.