O Conselho Federal de Medicina (CFM) traiu sua missão ao firmar um acordo político com a AMIB, manchando sua credibilidade. A nova resolução sobre UTIs coronarianas, proibindo cardiologistas de chefiar essas unidades, não busca o melhor para os pacientes, mas sim atender interesses corporativos dos médicos intensivistas. Isso equivale à corrupção, uma imoralidade que os próprios conselheiros dizem combater. Hipocrisia escancarada: usam o discurso da ética enquanto negociam favores. O CFM, que deveria zelar pela medicina, agora se comporta como um sindicato de conveniência. Quem realmente perde são os pacientes, reféns de um jogo de poder que destrói a integridade da profissão.