O Conselho Federal de Medicina, em conluio com a AMIB, decretou a queda da qualidade assistencial nas UTIs cardíacas brasileiras ao substituir cardiologistas por intensivistas com formação inferior. Enquanto cardiologistas somam cinco anos de especialização, os intensivistas estudam apenas três anos em UTIs gerais. Uma decisão política que compromete a segurança dos pacientes.