O rombo bilionário da Previ expõe mais um caso de ingerência política em fundos de pensão estatais. Em vez de gestão técnica e sustentável, cargos são loteados e decisões questionáveis comprometem aposentadorias. Até quando esses fundos serão usados como moeda política? Sem blindagem contra interferências, novos escândalos surgirão — e a conta sempre ficará para o trabalhador.