Insiste o presidente da CESAN em descumprir ordens judiciais, numa sanha alucinada de perseguir e não pagar às empresas prestadoras de serviços, o que poderá comprometer o serviço público essencial do estado. Em tom arrogante e em evidente soberba, bravata que o Poder Judiciário lhe deve favores, chantageando alguns e já preparando novas investidas para macular empresas prestadoras de serviços, imputando-lhe a pecha da inidoneidade. Tudo para atender e favorecer as empresas “queridinhas” do Presidente (Angra, Almeida, Zapata e Celebre). Em paralelo, advogados ligados ao presidente continuam a vender facilidades às empresas oprimidas economicamente, ofertando “serviços advocatícios milionários”. Por onde andam as autoridades?