Silas Malafaia usa dinheiro da igreja para bancar atos políticos em defesa de Bolsonaro, enquanto Tarcísio de Freitas põe a estrutura do governo paulista a serviço do bolsonarismo, usando avião oficial para participar de manifestações. É a perigosa fusão entre púlpito e poder, violando princípios republicanos e desrespeitando o contribuinte. O Ministério Público precisa agir: fé e Estado não podem servir a projetos autoritários.