Fernando Collor não apresenta doença que justifique prisão domiciliar. A tentativa de alegar transtorno bipolar e Parkinson soa como manobra para evitar a pena que lhe foi imposta. É o triste fim de quem, aos 40 anos, foi eleito para mudar o Brasil e acabou se perdendo irremediavelmente nos mesmos vícios que prometeu combater. A democracia exige respeito às instituições, não encenações para fugir da responsabilidade.