Enquanto cidades modernas adotam equipamentos automatizados para varrição e aspiração das vias públicas, Salvador segue refém do modelo arcaico de limpeza manual com vassoura e pá. Por que a Prefeitura, por meio da Limpurb ou da Secretaria de Manutenção, não investe em tecnologia para garantir mais eficiência, economia e dignidade ao serviço? A capital baiana merece um padrão de limpeza urbana compatível com o século XXI.