No ranking dos ministérios mais rentáveis para os gestores públicos, o Ministério de Minas e Energia aparece disparado em primeiro lugar. Somente nos últimos dois anos e meio de governo Lula, segundo os bastidores do poder e empresários envolvidos nos negócios, a pasta movimentou mais de R$ 1 bilhão em “contribuições”. A resolução de crises como a Enel em São Paulo, a Light no Rio, termelétricas e grandes projetos de mineração em Minas foram os maiores contribuintes. Até o final do governo, as maiores fontes, algumas para a campanha, serão o esperado leilão de energia de reserva e, para variar, os investimentos multi bilionários da Petrobras, tanto no Amapá, como na desmoralização de plataformas.