Fontes políticas insistem em dizer que Zé Cocá, prefeito de Jequié, avalia renunciar no meio do segundo mandato para assumir a vice na chapa de ACM Neto em 2026, uma aliança frágil e de grande risco. Abandonaria também a aproximação com o governador Jerônimo Rodrigues, cujos investimentos poderiam consolidar avanços estruturais nos próximos três anos e meio para Jequié e região. A estratégia soa desatinada: abrir mão de poder local estável por uma articulação incerta e pouco vantajosa politicamente. Já em 2030 a história é outra.