O Exame Nacional de Proficiência em Medicina é uma medida necessária para assegurar qualidade no exercício da profissão, mas o foco deveria estar voltado aos cursos; muitos médicos, após seis anos de formação, descobrem-se despreparados e frustrados. Embora seja essencial avaliar recém-formados, penalizar profissionais já formados, especialmente os oriundos de instituições privadas que falharam na formação, é injusto. O MEC precisa endurecer o controle curricular durante o curso, aplicando provas parciais e avaliações rigorosas, além de encerrar permanentemente os cursos que não ofereçam qualidade mínima, garantindo médicos realmente aptos para atuar.