Diante dos ataques de Donald Trump ao Brasil e a Lula, o governo brasileiro precisa adotar uma postura de inteligência estratégica. A resposta deve vir de forma institucional, firme e calculada. Escalar o vice-presidente Geraldo Alckmin para liderar esse embate seria uma escolha sábia. Alckmin tem o perfil adequado para um enfrentamento diplomático, preservando Lula de um confronto direto que pode desgastar sua imagem internacional. Essa estratégia permitiria manter o foco na agenda interna e proteger a liderança presidencial.