Como ensinou Ulysses Guimarães, discordar e divergir fazem parte da democracia. Mas afrontar a Constituição é trair a Pátria. Bolsonaro e seus seguidores, ao atentarem contra o Estado de Direito, desacreditarem as instituições e incitarem intervenção estrangeira, cruzaram a linha da legalidade. São, sem eufemismos, traidores da democracia brasileira e devem responder por seus atos perante a Justiça e a História.