Eduardo Bolsonaro adota postura extremada, disposto “a ir às últimas consequências” para remover o ministro Alexandre de Moraes do STF e usou termo ofensivo, chamando-o de “psicopata”. Tais declarações representam escalada perigosa no discurso político, que alimenta divisões e instabilidade institucional. Ao agir assim, Eduardo configura-se como radical livre, um ator que, sem freios, agrava a crise democrática e compromete a coesão nacional. A retórica incendiária fragiliza seus aliados no Brasil, que começam a se afastar do traidor que crucificou a nação.