Zygmunt Bauman descreveu a modernidade líquida como uma época de vínculos frágeis, instituições em transformação e identidades sempre em fluxo. Nesse cenário de instabilidade, chama a atenção a figura de Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, cuja vida pessoal e pública parece ser guiada por outra lógica: a da solidez.