Apesar de terem registrado lucro líquido de R$ 11,1 bilhões em 2024, aumento de 271% em relação a 2023, as operadoras de planos de saúde seguem aplicando reajustes abusivos nos contratos empresariais, sem regulação efetiva pela ANS. Enquanto isso, os planos individuais quase desapareceram do mercado. A agência reguladora precisa ser mais profissional e atuante, antes que o setor se torne praticamente desregulado.