Simone Tebet II

Colocou seu nome como candidata à presidência da República para fugir de um vexame eleitoral histórico em sua terra. Derrotada no primeiro turno, abraçou o lulismo, se tornando um dos seus “baluartes”. Assumiu o Ministério do Planejamento, que, no caso dela, se transformou em sofrível “ministério do orçamento”, avalizando toda a farra fiscal de seu chefe Lula. Tentando simular uma imagem de administradora em seu estado, ninguém esquece da sua gestão calamitosa à frente da prefeitura de Três Lagoas, eivada de escândalos de corrupção e improbidade administrativa. A pré-candidata ao Senado por São Paulo, mesmo traindo novamente o Mato Grosso do Sul, ainda marca presença em terras pantaneiras com a indicação do seu marido Eduardo “Tebet” para a Secretaria de Estado do atual governador Riedel, pertencente à “elite bovina” conservadora à qual a família Tebet sempre foi ligada. Dá para entender?

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑