O Senado aprovou a medida provisória do frete, através de acordo entre o governo e a oposição. Tamanha harmonia tem nome e sobrenome: eleições parlamentares e majoritárias. O temor era de uma paralisação dos caminhoneiros, semelhante à ocorrida em 2022. Nessas situações, quem sempre sai perdendo são os empresários de transporte e a população, com os efeitos, respectivamente, de novos encargos e impacto inflacionário desses acordos.