Sob a liderança da diligente e capacitada Dra. Heloisa Brito, delegada-geral da Polícia Civil do Estado da Bahia, os delegados Ricardo Amorim e Ruth Maria de Castro Neves destacam-se pelo trabalho primoroso na investigação de casos envolvendo apropriação de bens e rendimentos de idosos, além de situações de maus-tratos. Mesmo diante de uma agenda repleta de ocorrências provenientes de toda região metropolitana de Salvador, a eficiente equipe da Delegacia do Idoso tem demonstrado excelência em sua atuação, evitando assim que idosos continuem sendo vítimas de cuidadores criminosos e quadrilhas especializadas em crimes financeiros. Com o envelhecimento crescente da população baiana, a estrutura atual de atendimento merece ser ampliada com a implantação de novas delegacias especializadas e a promoção e valorização da brilhante equipe atual.
Nas rotas do oligopólio
A mineira Total Linhas Aéreas, que já operou por décadas voos com passageiros e atualmente opera voos comerciais, anunciou seu retorno com 26 destinos. Com hub em Brasília, a Total planeja operar inicialmente apenas rotas onde Azul, TAM ou Gol operam praticamente sozinhas e têm extorquido os passageiros, especialmente em 2023.
Nas rotas do oligopólio II
O anúncio do retorno da Total acendeu o alerta vermelho no quartel-general da Azul. Operando diversas rotas extremamente rentáveis sozinha, a Azul, que comprou a Trip lá atrás, sabe que os mineiros comem pela beirada e não estão de brincadeira.
Repercussão nacional
O aviso tinha sido dado no mês passado. Aos incrédulos, pesquisem as postagens antigas. Está lá escrito que a imprensa nacional repercutiria a desafetação das 40 áreas municipais para a prefeitura vender aos amigos do rei, notícia dada em primeira mão por este blog, que continua no encalço, acompanhando passo a passo o desenrolar dos acontecimentos.
Mal na foto
Para quem acompanha este blog, a matéria da última edição da revista Veja não traz nenhuma novidade. Mas não se pode negar que a publicação da foto do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, causa um prejuízo e tanto à imagem pública dele. A Veja ratifica o que já foi dito neste blog: não caiu bem para o prefeito Bruno Reis tornar vendável um patrimônio público por causa do interesse econômico do padrinho político, um dos principais sócios do empreendimento que, para se viabilizar, depende do terreno municipal localizado numa área de proteção ambiental (APA), na encosta da Vitória.
Ansiedade e pânico no Palácio das Laranjeiras
O governo do Estado do Rio de Janeiro é um verdadeiro caso de Polícia. Enquanto o ex-governador, Sérgio Cabral, luta para se livrar da tornozeleira eletrônica e centenas de anos em condenações, o atual sabe que a casa pode “cair a qualquer momento”. Ele é, simplesmente, o sétimo governante do estado a cair nas malhas da Justiça. O cardápio é o de sempre: peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. Os golpes foram praticados em projetos de assistência social do governo do estado do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020. Vinícius Sarciá Rocha, irmão de criação do governador Cláudio Castro e presidente do Conselho de Administração da Agência Estadual de Fomento-Agerio; Astrid de Souza Brasil Nunes, subsecretária de Integração Sociogovernamental e de Projetos Especiais da Secretaria Estadual de Governo; e Allan Borges Nogueira, gestor de Governança Socioambiental da Cedae já foram devidamente visitados pela Polícia Federal. Castro está no mesmo barco. Os sigilos bancário, fiscal e telemático foram quebrados e o resultado dessa busca pode derrubar o governador, que herdou o cargo do afastado Wilson Witzel. Das mensagens. O tal grupo agia em setores assistenciais, realizando fraudes em licitações e contratos, desvio de verbas públicas e pagamentos de propina. Foram identificados pagamentos de vantagens entre 5 e 25% dos valores dos contratos, que totalizam mais de 70 milhões de reais.
Os últimos serão os primeiros
Embora relacionado como último na lista das 40 áreas a serem desafetadas no projeto da prefeitura, quem motivou a iniciativa municipal foi o terreno da encosta que interessa ao ex-prefeito de Salvador e seus sócios, entre eles, o empresário-político João Gualberto, o marqueteiro de Lula, Sidônio Palmeira, e a antiga Odebrecht. O diabo mora no detalhe. Não faltou tentativa de evitar o alarido. Por isso também a aprovação na Câmara Municipal ocorreu no final do ano, no apagar das atividades legislativas, no período das Boas Festas para alguns…
O coronel-cangaceiro
Os neo-incorporadores do novo mega empreendimento de luxo da encosta da Vitória não esperavam encontrar uma pedra no meio do caminho: os milionários dos prédios vizinhos, principalmente os do Mansão Wildberger. O grupo estava acostumado à tranquilidade dos êxitos dos negócios imobiliários sob a liderança do Grilão João Gualberto na Praia do Forte, quando ele era prefeito de Mata de São João, onde o que dizia era lei e pronto. Ninguém peitava o coronel-cangaceiro e desafiava o seu jeito rude e autoritário de resolver os problemas. Na capital, a banda tocou diferente e Grilão não percebeu. Insistiu no estilo brucutu e truculento ao tentar negociar com os condôminos do Mansão Wildberger, onde ele também mora, um espaço para a implantação do píer do novo empreendimento. Chegou chutando o pau da barraca e teria dito: “Nós vamos comprar o terreno da encosta por onde passa o teleférico de vocês. Se não liberarem uma área do píer para a construção do nosso, terão de procurar outro caminho para o teleférico fora do terreno que será nosso”. Assim deflagrou-se a guerra da encosta da Vitória.
Cabeça de cifrões
Quem anda engasgado também com o coronel-cangaceiro, o Grilão João Gualberto, são os pescadores de Praia do Forte. Quando ainda prefeito de Mata de São João, ele prometeu aos trabalhadores do mar que o imóvel da colônia seria lhes entregue “maior e melhor” com a requalificação da área que compreende também o Tamar. Grilão já caiu fora da prefeitura para se dedicar integralmente a outros negócios. Deixou o pepino nas mãos de seu sucessor, o atual prefeito Bira, que não sabe como explicar por que a colônia de pescadores até hoje não foi entregue “maior e melhor”. Pior. Parte da área já está sendo ocupada por um restaurante, autorizado ainda no tempo de Grilão. Ao contrário do alemão Klaus Peters, que tinha uma visão empreendedora mais preservacionista e respeitava a comunidade tradicional dos pescadores, ao coronel-cangaceiro só interessa o vil metal. É um fiel devoto de Mamon. Naquela cabeça sem cabelo, só tem espaço para cifrões.
Brasília e São Paulo têm as melhores cidades do mundo
Brasília foi escolhida como a 37ª cidade do mundo mais linda. Já São Paulo tem o bairro do Bom Retiro, considerado o 17º mais charmoso do mundo. Como se vê, o Rio de Janeiro já não continua lindo.
A Festa do Bonfim: Entre a Fé e a Folia
A tradicional Lavagem do Bonfim em Salvador ganha novos contornos com a crescente ênfase em seus aspectos profanos. O cortejo já não atrai devotos, mas grupos de corrida, celebridades e todos que querem “aparecer”. Após a cerimônia religiosa, a cidade se transforma num epicentro de festividades, com música, comidas típicas e bebidas, atraindo um público diverso que busca tanto a celebração quanto a diversão. Essa mudança ressalta o debate sobre o equilíbrio entre as raízes religiosas e as manifestações culturais contemporâneas da festa.
O fantasma do ex-capitão Adriano assombra o Rio de Janeiro
Até os postes do Rio de Janeiro sabem que o ex-capitão do BOPE-Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Adriano da Nóbrega, foi executado como queima de arquivo porque sabia demais. Uma delação premiada dele causaria um enorme estrago em todas as instituições do Rio de Janeiro, Executivo, Legislativo e Judiciário. A viúva de Adriano cita nominalmente o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Mesmo assim, o inquérito de quatro mil páginas, do Ministério Público, que trata da morte do ex-caveira, em fevereiro de 2020, no interior da Bahia, não chega a nenhuma conclusão. Nas perícias realizadas, três evidências “gritam”, o local da morte não foi preservado, algo incomum quando a operação envolve policiais experientes, como foi o caso; um tiro de cima para baixa, típico de execuções; e a inexistência de resíduos de pólvora nas mãos dele, o que prova que ele não atirou.