O fantasma do ex-capitão Adriano assombra o Rio de Janeiro II

Adriano da Nóbrega, considerado por seus pares um policial brilhante que optou pelo crime, liderou por muito tempo o Escritório do Crime, uma agência de matadores que prestavam serviços a bicheiros e milicianos, mas que tinha também em sua carteira de clientes gente da alta cúpula do estado. Só para dar um exemplo de sua influência, a mãe e a ex-mulher dele trabalharam por anos no gabinete do então deputado estadual, Flávio Bolsonaro e só foram desligadas depois que estourou o escândalo das “rachadinhas” revelando para o mundo Fabrício Queiroz, ex-PM, até então, homem de confiança da família Bolsonaro.

O fantasma do ex-capitão Adriano assombra o Rio de Janeiro III

Para tirar qualquer dúvida sobre a influência de Adriano da Nóbrega na família Bolsonaro, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o atual senador, Flávio Bolsonaro (PL), visitaram o ex-capitão duas vezes na prisão, em 2004 e 2005. Na primeira, por conta de uma rebelião de policiais presos. Na segunda visita, Adriano foi condecorado com a medalha Tiradentes, a maior condecoração do Estado do Rio de Janeiro, por iniciativa de Flávio Bolsonaro. Ao todo, os Bolsonaros pediram condecoração para 16 PMs denunciados por organizações criminosas. Um dos condecorados foi o delegado Allan Turnowski, que está preso exatamente por integrar uma organização criminosa.

Cartão amarelo

O reintegrado presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, nem bem se sentou de novo no trono da burocracia do futebol brasileiro e já levou um cartão amarelo. Foi acusado de desrespeitar as “minas”. Uma denúncia da ex-diretora de patrimônio da entidade, Luísa Rosa, chegou a ser protocolada na Comissão da Confederação Brasileira de Futebol, com pedido de afastamento do cartola por assédio sexual e moral. O caso internamente, para variar, não foi adiante. A Comissão arquivou a denúncia. No entanto, veio à tona o lado taradão do Mazzaropi bronzeado, que, segundo a ex-dirigente, vivia lhe convidando para “encontros não profissionais em bares”. Luísa também revelou o estilo “big brother” de Ednaldo gerir a entidade com câmeras escondidas por toda a sede para espionar e monitorar os funcionários, infligindo-lhes grande constrangimento.

Moral de verniz

Ardiloso, foi Ednaldo Rodrigues quem nomeou Luíza Rosa como diretora da CBF, tornando-a a primeira mulher a ocupar um cargo de direção na entidade. Serviu para ele passar um verniz de que a gestão dele respeitaria o sexo feminino. Era uma tentativa de fugir do estigma deixado pelo antecessor Rogério Caboclo, deposto por causa de uma série de acusações de assédio sexual com grande repercussão. Pelo jeito, apesar da circunferência abdominal avantajada, Ednaldo é bom de drible e conseguiu se livrar temporariamente de mais um empecilho à sua manutenção na presidência da CBF. Pesa ainda sobre o Mazzaropi bronzeado o resultado de uma pesquisa interna feita na confederação pela Travessia – Estratégias em Inclusão que apontou: “mais da metade dos 400 funcionários da CBF, ouvidos sob condição de anonimato, entende que o ambiente não é seguro e livre, existindo medo por parte das pessoas de falar mais sobre situações, inclusive medo de retaliação”.

Inércia Governamental Frente à Seca Devastadora na Bahia

Apesar das chuvas esparsas do início do ano, quase 200 municípios baianos seguem em situação de emergência devido à grave estiagem, mas o governo da Bahia demonstra uma falta alarmante de iniciativa para lidar com essa crise. A situação exige medidas urgentes e efetivas para aliviar o sofrimento das comunidades afetadas, mas a resposta do governo tem sido notavelmente lenta e inadequada. Centenas de poços artesianos perfurados pela CERB permanecem inúteis em todo o estado. Foram perfurados, mas ninguém providenciou a instalação de bombas. Em regiões onde falta água para beber não há sistemas simplificados de abastecimento de água, com bombas e dessalinizadores. Esta inação agrava os impactos da seca sobre a vida, a economia e o bem-estar da população.

Um Ano do Caso Americanas: Da Queda Bilionária à Recuperação Judicial

Um ano após a crise financeira que abalou as Lojas Americanas, a empresa continua sua luta para se recuperar. Marcada por uma queda bilionária no valor de mercado e a subsequente entrada em recuperação judicial, a trajetória da Americanas tornou-se um estudo de caso sobre desafios corporativos e resiliência no ambiente de negócios brasileiro.

Caso Americanas: Acionistas Escapam de Responsabilidade Após Crise Bilionária

A trajetória de recuperação das Lojas Americanas, um ano após sua dramática queda financeira, lança um olhar crítico sobre a falta de responsabilização dos seus acionistas. Esta situação levanta questões importantes sobre a governança corporativa e a proteção dos interesses dos investidores e credores no cenário empresarial brasileiro.

PT quer vice de Eduardo Paes no Rio e de João Campos, o mais bem avaliado do Brasil, em Recife

O Partido dos Trabalhadores quer fazer alianças com Eduardo Paes no Rio e com João Campos em Recife. São extremamente bem avaliados e o PT quer vencer em dois importantes redutos. 

Será amanhã o enterro do Kaiser

Franz Beckenbauer, o Kaiser do futebol mundial, será sepultado amanhã. Ele morreu vítima de problemas cardíacos, de Alzheimer e demência. Estava na Áustria. O mundo vai homenagear o extraordinário jogador, técnico, presidente da federação alemã e presidente do clube germânico.

Banana por diamantes

Que a ex-refinaria da Petrobras na Bahia foi vendida a preço de banana é incontestável. O que Lula e seus ministros tentam descobrir desde sua posse é como Bolsonaro e sua tropa de elite receberam pela venda extremamente vantajosa para o fundo Mubadala. Os “presentes” que Bolsonaro e sua esposa ganharam dos árabes são apenas a ponta do iceberg.

Banana por diamantes II

Não é à toa que um dos ex-ministros de Bolsonaro foi trabalhar em grande banco brasileiro logo após sua saída do governo. Uma de suas missões principais é operacionalizar o recebimento de grandes grupos do que foi combinado.

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