O Exército comunicou ao STF que não aceitará, em suas dependências, Bolsonaro preso. Igualmente, a Polícia Federal e até as polícias militares. Diante do fato, o STF vai enviá-lo para a Papuda, em Brasília.
Trump promove mundialmente Alexandre de Moraes
Emissoras de televisão europeias e asiáticas colocam o enfrentamento do ministro do STF Alexandre de Moraes contra o presidente Donald Trump. Desse jeito, Trump coloca Alexandre de Moraes no plano internacional como único capaz de enfrentá-lo.
Separação de Gisele Bündchen do maior astro do futebol americano foi fatal para seu declínio
Gisele Bündchen agora é garota-propaganda de vários estabelecimentos comerciais e bancários. Depois que se separou de Tom Brady, o bilionário estadunidense, maior jogador de futebol americano, o declínio começou. Para agravar a situação dela, foi vista desfilando semana passada em uma lancha com a filha de Donald Trump. Como se vê, enquanto nomes consagrados da sétima arte estão se afastando do presidente norte-americano, Gisele, pelo contrário, é amiga da filha do presidente e, consequentemente, da família Trump. Uma pena. Também pudera, é gaúcha, tchê.
Fux contradiz seu passado e mergulha para as trevas da história
Ao divergir de todo o Supremo Tribunal Federal no julgamento das ações contra Jair Bolsonaro, Luiz Fux contradiz sua trajetória. O ministro, antes reconhecido como juiz austero e rigoroso, agora nega seu passado para se isolar numa posição que apenas fragiliza sua imagem. Ao optar por um discurso dissonante, Fux não atinge o tribunal, mas se apaga moralmente diante da sociedade, rompendo com a história que ele mesmo construiu. Seu nome para sempre estará escrito nas páginas enlameadas da história.
O ano é 2027
O quadro fiscal brasileiro é uma bomba relógio. Todos sabem, do Lula ao Bolsonaro. E quando implode? O orçamento de 2026 foi aprovado e joga, para 2027, as duras conclusões da lógica: A arrecadação não cobrirá as despesas obrigatórias e encargos com juros, se nada for feito. O Brasil cai em dominância fiscal, que significa: não importa onde se coloque a taxa SELIC. O mercado não irá acreditar na autoridade do Banco Central, não comprará dívida, não financiará o governo e não existirá política monetária. A saída será o autofinanciamento, que imprime cada real a mais, fazendo desvalorizar cada real que já está no bolso de cada brasileiro. O fiscal vai nos matar em dois anos, e parafraseando Simone Tebet, que não é oposição, é composição — ministra do Planejamento do atual governo —, em quase uma confissão: “Estamos prestes a enfrentar uma das maiores crises dos últimos tempos em 2027”. O próprio governo sabe do tamanho da crise, e sabe, portanto, que algo deverá ser feito. Arrocho da previdência e do salário mínimo, contenção cavalar de gastos correntes. Todo o oposto da agenda do Lula.
Do Guardanapo ao Lenço: o rastro de um rompimento explosivo nos bastidores do poder
Se, no passado, uma simples fotografia com guardanapos na cabeça derrubou nomes influentes da política, agora o estopim pode ser ainda mais devastador. A crise atual tem como protagonista um personagem até então discreto, um excluído, atacado e abandonado, que acumulou provas, memórias e ressentimentos. Sua reação não nasce do nada: além de ter sido afastado, foi covardemente atacado e deixado à própria sorte em um dos momentos mais difíceis de sua vida. Esse ex-aliado, que transitava livremente pelos corredores do poder, detém um arsenal de documentos e informações: de notas fiscais a conversas comprometedoras, passando por detalhes de negócios de bastidores. Ele não apenas ouvia — e fingia não ouvir — como também articulava e participava de tratativas controversas. Pagava contas, assumia compromissos e acompanhava de perto negociações sensíveis. O alvo de sua fúria agora é duplo: um poderoso secretário e o mandatário atual. Segundo apuração, a briga que deflagrou o rompimento tem a mesma raiz que ameaça corroer este governo: a palavra dada e não cumprida. Soma-se a isso a falta de liderança do atual chefe do Executivo, que, em vez de acolher e dialogar, preferiu a omissão — e deixou crescer um ressentimento que agora transborda. Onde acaba o diálogo, começa a guerra — e esta promete não poupar ninguém.
O Rio de Janeiro continua lindo
A nota acima que está bombando se passa no Rio de Janeiro, no gabinete do governador do estado.
Bahia pode fazer história com a eleição do primeiro baiano para presidir a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Na próxima semana, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica viverá um momento histórico. Pela primeira vez, a Bahia terá a oportunidade de ver um conterrâneo disputar o comando da maior entidade da especialidade no mundo. O cirurgião Marcelo Sampaio, formado pela UFBA e hoje radicado em São Paulo, onde brilha como um dos mais conceituados nomes da cirurgia plástica nacional, atuando no Hospital Sírio-Libanês, é candidato e carrega consigo o sonho e o orgulho de toda a comunidade médica baiana. Se eleito, escreverá uma página inédita na história da medicina, projetando a Bahia para o mais alto patamar do cenário internacional.
E o Brasil?
O Brasil é um país atrasado em relação à China, sob quase todas as óticas, a não ser nas questões de Direitos Humanos, Liberdade Política e de Expressão. Campos esses que não fazem falta ao chinês médio, moldado por uma cultura milenar confucionista, que demanda uma autoridade social. Enfim, o chinês é melhor em poder de compra, em longevidade, em escolaridade, infraestrutura, indústria, valor agregado e pesquisa. Não somente: O caminho tomado pelos outros países da Ásia mostra que o Brasil deixou de ser o país do futuro há muito tempo. A expectativa de que o Brasil possa se beneficiar com a guerra comercial, revertendo esse atraso, não faz sentido. O país até exportará mais produtos agrícolas para a China, mas a venda dessas commodities para outros mercados diminuirá, por conta de sua demanda inelástica, mas, ok, dêmos o benefício da dúvida ao Brasil. Meramente setorial.
E a indústria?
As exportações brasileiras aos EUA não aumentarão, pois o Brasil não tem capacidade de prover os mesmos produtos ofertados pela China, como bens tecnológicos e produtos eletrônicos. Mesmo que as fábricas chinesas queiram migrar, serão retidas pelo alto custo de estrutura e mão de obra. O Brasil sequer tem mão de obra qualificada, a base industrial robusta com fábricas modernas e dezenas de robôs, tecnologia e pesquisa de ponta, logística avançada, ferrovias modernas e disseminadas, rodovias bem pavimentadas e nem mesmo ampla capacidade portuária e aeroportuária. A infraestrutura brasileira sequer existe quando comparada com a da China. Não há condições de se fazer emergir, aqui, a solução para a demanda global. O discurso de o Brasil se beneficiar, estruturalmente, com a guerra comercial é, portanto, vazio.
País do futuro?
É verdade que em outros contextos históricos o Brasil se beneficiou da indústria externa, que saiu de uma Europa em guerra e se instalou na vida urbana recém-inaugurada por aqui no início do século XX, mas tal processo só foi possível por uma reorganização externa que se casou com uma confluência interna: O Brasil fez um projeto de si, se urbanizou, modernizou sua malha, suas leis, sua estrutura e se envolveu com as demandas modernas do século XX. Nada disso é verdade agora. A infraestrutura, salvo algumas melhoras pontuais, não difere de 20 anos atrás. Os níveis de educação e qualificação pararam no tempo há 40 anos. As leis que regem o trabalho são as mesmas da década de 50. O robusto campo industrial não prosperou, definhou: o Brasil está em espiral negativa de desindustrialização desde a década de 80, fenômeno que o deixa, já de largada, em desvantagem comparativa com relação a profissionais qualificados, bens modernos e capacidade de pesquisa. Esses campos andaram a passos lentos por aqui nas últimas décadas. Stephan Zweig, escritor austríaco que fugiu do holocausto para o Brasil nos anos 30, escreveu que aqui seria o “País do futuro”. O futuro de Zweig já é passado há pelo menos 50 anos. Os brasileiros são os únicos que ainda não sabem. Não há alternativa para o mundo hoje fora da Ásia.
O ano é 2027
O quadro fiscal brasileiro é uma bomba relógio. Todos sabem, do Lula ao Bolsonaro. E quando implode? O orçamento de 2026 foi aprovado e joga, para 2027, as duras conclusões da lógica: A arrecadação não cobrirá as despesas obrigatórias e encargos com juros, se nada for feito. O Brasil cai em dominância fiscal, que significa: não importa onde se coloque a taxa SELIC. O mercado não irá acreditar na autoridade do Banco Central, não comprará dívida, não financiará o governo e não existirá política monetária. A saída será o autofinanciamento, que imprime cada real a mais, fazendo desvalorizar cada real que já está no bolso de cada brasileiro. O fiscal vai nos matar em dois anos, e parafraseando Simone Tebet, que não é oposição, é composição — ministra do Planejamento do atual governo —, em quase uma confissão: “Estamos prestes a enfrentar uma das maiores crises dos últimos tempos em 2027”. O próprio governo sabe do tamanho da crise, e sabe, portanto, que algo deverá ser feito. Arrocho da previdência e do salário mínimo, contenção cavalar de gastos correntes. Todo o oposto da agenda do Lula.