Adriane Galisteu comete uma injustiça

Brigando ao enfrentar a família de Ayrton Senna, que nunca a aceitou, Adriane Galisteu comete uma injustiça. Quando da morte do extraordinário piloto, Adriane era hóspede em Portugal de Braguinha, um banqueiro que a acolheu. Foi Braguinha quem chamou um dos maiores talentos do jornalismo do país, o inesquecível Nirlando Beirão, para escrever um livro. Nirlando foi a Lisboa, ouviu o depoimento de Adriane, escreveu o livro e a partir daí ela ganhou projeção nacional. Não tinha a cultura, nem o talento do extraordinário mineiro, mas o livro foi um sucesso e ela ganhou notoriedade através dessa publicação. É lamentável que em nenhum momento ela cite esse fato como mais importante para ela ganhar as manchetes nacionais e internacionais. 

Sobre os vetos derrubados. O blog acertou em cheio

Nemamigoneminimigo publicou no último dia 23 que Alexandre Silveira, o MME, estava armando um plano para convencer Lula a editar uma Medida Provisória para atender os interesses da Âmbar Energia, dos irmãos Batistas, prorrogando os contratos de termelétricas movidas a carvão mineral. O pretexto seria mexer nos vetos derrubados pelo Congresso Nacional, que, na ótica obtusa de Silveira, iriam aumentar a conta de luz dos brasileiros. Na noite de ontem (25), o senador Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional, admirado por Lula pela sua autenticidade, praticamente desmoralizou o MME e disse que a derrubada parcial dos vetos, além de acordada com os líderes do governo na Câmara e no Senado, na verdade, reduzirá a tarifa de energia elétrica, além de dar segurança energética ao país. Alcolumbre mostrou altivez e chamou para si a responsabilidade de defender o Congresso Nacional dos ataques injustos que o Parlamento brasileiro vinha recebendo de parte da mídia, patrocinada pelos números mentirosos plantados por empresários inescrupulosos que o país bem conhece desde 2017.

Depois da queda, o coice

No discurso técnico e amparado na verdade, diga-se de passagem, Davi Alcolumbre foi incisivo: “Não aceitarei que atribuam ao Congresso Nacional uma responsabilidade que não existe. As decisões tomadas aqui foram técnicas, transparentes e voltadas ao interesse público. Não há aumento tarifário. Há, sim, compromisso com a modicidade tarifária, com o equilíbrio federativo, com a inovação e com o futuro do setor elétrico nacional” e finalizou afirmando que “chega de narrativas manipuladas, chega de terrorismo tarifário, chega de distorções feitas por quem quer manter privilégios e lucros excessivos às custas da verdade e da conta de luz do cidadão brasileiro”. Em seguida, comandou, com maestria, a sessão deliberativa na qual o Senado, na esteira do que havia decidido horas atrás a Câmara dos Deputados, anulou os decretos presidenciais que aumentavam o IOF. Os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, deram prova de que lealdade a Lula não significa subserviência. Fica claro que ambos tentam corrigir as barbeiragens do trio Haddad, Rui Costa e Alexandre Silveira, ainda que isso tenha custado o que não se via desde 1992: a edição de um Decreto Legislativo para derrubar ato normativo do Poder Executivo. O Congresso disse não ao aumento de impostos e dirá não ao aumento da conta de luz. 

MME terá que se explicar

Depois que o senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, comprovou que a derrubada de parte dos vetos da lei das eólicas offshore não irá aumentar a conta de luz, Alexandre Silveira, terá que explicar ao presidente da república que tipo de estripulia estava armando, já que segundo aliados os verdadeiros aliados de Lula o MME teria agido dolosamente na maquiagem dos números. Melhor ter que se redimir administrativamente do que ter que se explicar perante o procurador-geral da república, que está de olho nas peripécias de Silveirinha, desde que passou a defender descaradamente os interesses da dupla empresarial mais queimada do que carvão. Rumores dão conta que Rui Costa teria sido poupado, pois agiu sem saber das maldades eletrizantes do MME. 

O carvão e a mídia e Paulo Pedrosa

Hoje foi a vez de Victoria Abel e Lauriberto Pompeu, dois conceituados repórteres de O Globo, noticiarem que o estopim da crise do IOF teria sido os “jabutis” inseridos pelo Congresso e que aumentaria a tarifa da conta de luz, o que já desmentido pelo próprio presidente Davi Alcolumbre, ao explicar que os vetos derrubados foram apenas os das PCHs, das eólicas do sul do país e das térmicas a biomassa, fontes renováveis que barateiam a conta de energia. Paulo Pedrosa, em nome da Abrace, associação dos grandes – leia-se “grandes” consumidores e que não se preocupam com os mais pobres, cuidou logo de dizer que “jabutis” partiram do Congresso Nacional. O que ninguém fala é que partiu da base governista na Câmara dos Deputados, a inserção do verdadeiro pé de jabuticaba que verdadeiramente vai encarecer a conta de luz do pobre consumidor cativo brasileiro: a renovação dos contratos de usinas térmicas movidas a carvão mineral, que atende aos interesses de Joesley Batista, dono da UTE de Candiota, no Rio Grande do Sul, comprada a preço de banana em flagrante prejuízo aos acionistas da Eletrobras. Ao não derrubar o veto que impede essa aberração financeira e ambiental, o Congresso mostra quem de fato está do lado dos mais pobres. Enquanto isso, parte da mídia – e o conspurcado Paulo Pedrosa – se calam sobre as térmicas a carvão, o verdadeiro jabuti que encarece a conta de luz e que o MME pretende retirar das cinzas.

Farah Diba quer voltar ao poder no Irã

O mundo acompanhou o episódio em 1980, quando Ruhollah Khomeini saiu do seu exílio na França para tomar o poder do cruel Reza Pahlavi e teve que se exilar nos Estados Unidos, criando uma crise diplomática que ocupou todas as manchetes mundiais. O presidente Carter não cedeu e o regime de Khomeini rompeu com os Estados Unidos. O tirano teve um câncer e morreu, e a sua viúva Farah Diba, hoje com 86 anos, quer a volta da monarquia para colocar um dos seus filhos. É um sonho irrealizável.

Zé Cocá trocaria o mandato em Jequié por vice arriscada com Neto? 

Fontes políticas insistem em dizer que Zé Cocá, prefeito de Jequié, avalia renunciar no meio do segundo mandato para assumir a vice na chapa de ACM Neto em 2026, uma aliança frágil e de grande risco. Abandonaria também a aproximação com o governador Jerônimo Rodrigues, cujos investimentos poderiam consolidar avanços estruturais nos próximos três anos e meio para Jequié e região. A estratégia soa desatinada: abrir mão de poder local estável por uma articulação incerta e pouco vantajosa politicamente. Já em 2030 a história é outra.

Padilha acerta mais uma vez: edital que integra hospitais privados ao SUS promete desafogar filas

O ministro Alexandre Padilha garantiu que, ainda na próxima semana, será publicado o edital para adesão de hospitais privados e filantrópicos ao SUS, reduzindo filas de consultas, exames e cirurgias com início previsto para agosto. A iniciativa inova ao permitir que hospitais quitem dívidas tributárias oferecendo atendimentos especializados, contemplando áreas como cardiologia, oncologia e ortopedia. Mais um acerto de gestão à frente da saúde.

PT em crise. De 5 candidatos, 4 atacam Lula

O PT vive sua pior crise, tendo cinco candidatos à presidência. Apenas um, Edinho Silva, que é de Lula, não critica o governo. O quarteto ataca Lula, que já não tem o comando do partido e sofre críticas contundentes.

Lula vai para inauguração em São Paulo e se esconde na sede do MST

Foi um vexame, o presidente teria que inaugurar casas populares em uma das favelas, mas, com medo das vaias, realizou o ato numa das sedes do MST, o que vale dizer, cercado pelos integrantes do MST, uma pena. 

McDonald’s: tecnologia que gera caos, não eficiência

O McDonald’s do bairro da Graça em Salvador virou exemplo de como não fazer inovação. Substituiu atendentes por caixas automáticos que vivem quebrados, gerando filas, estresse e insatisfação. Quem imaginou que tecnologia sem manutenção substituiria o atendimento humano errou feio. Enquanto economizam cortando funcionários, os clientes pagam o preço com demora, confusão e péssima experiência. Modernizar não é abandonar o básico: atender bem. Resultado? Reclamações, insatisfação e imagem em queda.

Latam não é mais uma empresa chilena, agora é de americanos e árabes

A Latam, antigamente TAM, foi comprada pelos chilenos que cedeu aos americanos e aos árabes. Hoje, os dois últimos são majoritários na empresa aérea.

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