O ministro do STF Gilmar Mendes teve uma reunião em Brasília com deputados federais, aos quais avisou que mais de 80 deles têm processos pendentes na Alta Corte. Também avisou ao presidente da Câmara que não vai aceitar as críticas que estão sendo feitas. Já ao presidente dos Estados Unidos, não só ele como todos os companheiros de Alexandre de Moraes avisaram que não aceitam intromissão no Judiciário brasileiro. Também a Ordem dos Advogados do Brasil emitiu uma nota repudiando a atitude do presidente dos EUA, que gosta de invadir a independência de vários países.
Neymar está sem destino
Mais uma vez, o atacante Neymar falhou. Jogando contra o modesto CRB o seu time empatou zero a zero; na cobrança de pênaltis, perdeu por 5 a 4. O pessoal do lobby de Neymar está procurando colocá-lo em outro time brasileiro porque estrangeiro nenhum deseja mais o pop star do futebol brasileiro.
Justiça militar vai punir condenados pelos atos antidemocráticos
A decisão já está tomada. A justiça militar aguarda o final dos processos que o STF e a PGR estão conduzindo porque todos os militares punidos podem perder as suas patentes, já que serão julgados pela justiça militar.
Pecado de FHC
Embora tenha tido o mérito de ser o ministro da Economia do governo Itamar Franco quando da implantação do bem-sucedido Plano Real, o que lhe catapultaria à presidência da República, Fernando Henrique Cardoso acabaria, durante o seu primeiro mandato, instituindo a reeleição em 1997. Para muitos, um pecado que traria danos à emergente democracia brasileira.
Avanço do fim
Vinte e sete anos depois, avança na Comissão de Constituição e Justiça do Senado a proposta de emenda à Constituição (PEC) de autoria do senador Jorge Kajuru e o senador baiano Otto Alencar (PSD-BA) na presidência da Comissão de Constituição e Justiça provocou a sua aprovação, que suspende a reeleição de presidente da República, governadores e prefeitos. Se virar lei, a nova PEC, além da limitação ao Poder Executivo, cria mandatos de cinco anos para todos os cargos eletivos e unifica a data de todas as eleições. Mantém o direito de se reelegerem senadores, deputados federais e estaduais, e vereadores.
Sem consenso
Não há ainda consenso no Congresso Nacional em torno da PEC que acaba com a reeleição no Poder Executivo. No entanto, a louvável iniciativa dos senadores Otto Alencar e Jorge Kajuru traz a questão à baila e estimula o povo brasileiro a apoiá-la para não ser mais uma vez enganado por políticos que, na campanha, prometem não se candidatar à reeleição e depois fazem o contrário.
Pódio das favelas
Não é um pódio que orgulhe a primeira capital do Brasil. Salvador é a terceira capital mais favelizada do país. Com 41,82% de seus habitantes vivendo em moradias com condições precárias, que vão desde a ausência ou oferta incompleta de serviços públicos, como iluminação, saneamento e drenagem, a edificações e infraestrutura fora de padrões urbanísticos, além de insegurança jurídica quanto à posse, Salvador só fica atrás de Manaus e Belém do Pará. Os dados são do Mapa da Desigualdade entre Capitais, com base no Censo de 2022 do IBGE.
Extinção da classe média
A favelização de Salvador não surpreende o mercado imobiliário baiano, que atualmente sente na pele o empobrecimento dos soteropolitanos. Não é à toa que os lançamentos em bairros tradicionais, como Barra, Ondina, Graça e Pituba, atualmente se restringem a imóveis compactos, com até 30 metros quadrados. Não há demanda na capital baiana para moradias com valor superior a R$ 500 mil. A explicação do mercado é que a classe média foi extinta em Salvador, onde a massa salarial está muito baixa.
Filme de terror
Além do empobrecimento da população e da favelização, a primeira capital do Brasil, fundada pelo governador-geral Thomé de Souza em 1549 para ser o centro decisório do império português no hemisfério sul, vê a sua história urbana em acelerada degradação. Locais como a região do Taboão, uma das intercessões entre o Centro Histórico e o Comércio, viraram cenário para filmes de terror. Além do abandono em que se encontra a região, com inúmeros imóveis desocupados, a iluminação é deficiente, as ruas estão esburacadas e a sujeira toma conta da área.
Feira Hospitalar 2025 decepciona com superlotação e caos logístico
A maior feira médico-hospitalar da América Latina virou um pesadelo. Realizada no São Paulo Expo, a edição 2025 da Feira Hospitalar enfrentou superlotação, ar-condicionado insuficiente e ausência de áreas funcionais para reuniões e negócios. Empresários enfrentaram calor, desorganização e filas intermináveis, comprometendo a efetividade do evento. A experiência, descrita por muitos como frustrante, levantou críticas sobre a incapacidade da organização em lidar com o crescimento do público e a complexidade do setor.
Caos na saída da Feira Hospitalar expõe falha grave na logística do evento
Se entrar já foi difícil, sair da Feira Hospitalar foi um suplício ainda maior. Congressistas enfrentaram mais de 1h30 de fila para conseguir um táxi, Uber ou transporte para o metrô. O traslado, feito em vans em vez de ônibus, gerou uma espera interminável para aqueles que prestigiaram o evento até depois das 19h. A organização falhou em prever a demanda e estruturar uma saída digna, transformando o fim de um dia de negócios em um teste de resistência.
Sírio-Libanês abre curso de medicina em SP, enquanto Einstein na Bahia segue bloqueado
Enquanto o ensino médico no Brasil naufraga sob complacência do governo federal, o Hospital Sírio-Libanês inaugura curso de excelência com apoio de Lula. Paradoxo: a Faculdade de Medicina do Einstein, com padrão internacional, segue sem autorização na Bahia, aguardando há anos. O MEC prioriza volume e política, ignorando a qualidade. Um país que aprova dezenas de cursos em cidades sem estrutura, mas trava iniciativas de excelência, sabota seu próprio futuro na saúde.