Do seu primeiro casamento com a milionária carioca Lilibeth Monteiro Carvalho, Collor teve filhos. Hoje, nenhum deles o chama de pai, nem o procura. Casado atualmente com uma jovem arquiteta, Fernando Collor de Mello amarga no fim de vida e atesta algumas de suas doenças que já eram conhecidas em Brasília quando ele deitava e rolava em farras homéricas. Dois dos seus melhores amigos o abandonaram: Paulo Octávio, hoje o homem mais rico do DF, e Luiz Estevam, a segunda fortuna de Brasília e proprietário do Metrópoles. Como se vê, ninguém atende ao apelo dele “não me deixem só”, uma das frases que ele cunhou quando foi defenestrado da presidência da República.
Operação alagamento
Tanta propaganda de operação-chuva, recomendando cuidados à população, e a prefeitura de Salvador não cumpre a sua obrigação. As previsíveis chuvas do período causam estragos que poderiam ser evitados se a manutenção da cidade funcionasse devidamente. Um exemplo vergonhoso é a rua Afonso Celso, na Barra. Ficou completamente alagada, mesmo depois de uma recente reforma que, pelo jeito, só piorou a drenagem no logradouro, onde qualquer chuvinha o transforma num caudaloso rio.
EZZE Seguros no holofote
A seguradora de figuras “ilustres” do Ceará entrou no holofote nacional após o mega escândalo envolvendo rombo multi bilionário no INSS. Com a ajuda de familiares, a seguradora tem tentado gerir a crise derrubando matérias Brasil afora pelo judiciário. Quem conhece bem os envolvidos de longa data afirma que eles estão em pânico. Será por quê?
Cartão Malefício
Operadores tradicionais dos chamados cartões benefício e clube de vantagens estão em pânico. Grande parte dos grandes operadores deste tipo de produto estão envolvidos direta ou indiretamente no esquema multi bilionário, que desviou bilhões de reais de aposentados e pensionistas do INSS. Na Bahia, um tradicional operador virou sócio de um enrolado banco médio.
Cadeira do bilhão
No ranking dos ministérios mais rentáveis para os gestores públicos, o Ministério de Minas e Energia aparece disparado em primeiro lugar. Somente nos últimos dois anos e meio de governo Lula, segundo os bastidores do poder e empresários envolvidos nos negócios, a pasta movimentou mais de R$ 1 bilhão em “contribuições”. A resolução de crises como a Enel em São Paulo, a Light no Rio, termelétricas e grandes projetos de mineração em Minas foram os maiores contribuintes. Até o final do governo, as maiores fontes, algumas para a campanha, serão o esperado leilão de energia de reserva e, para variar, os investimentos multi bilionários da Petrobras, tanto no Amapá, como na desmoralização de plataformas.
Sucessão em Minas
No estado que elegeu Romeu Zema para governador por dois mandatos, as ratazanas políticas perderam espaço. Mesmo com centenas de milhões em caixa, apoio de lideranças regionais e amplo acesso aos cofres federais, Rodrigo Pacheco e Alexandre Silveira não decolam nas pesquisas. Como se vê, de bobo os mineiros não têm nada.
Sucessão em Minas II
Sem chance nenhuma para ocupar a cadeira de Romeu Zema, especialmente após ter traído a confiança dos mineiros, o senador Rodrigo Pacheco espera ser agraciado com uma cadeira no Supremo. Já o ministro Alexandre Silveira sonha em reconquistar um mandato no Congresso Nacional. Sem resultados concretos para mostrar no estado, durante sua polêmica gestão à frente de um dos mais importantes ministérios da República, Silveira terá que investir três ou quatro vezes mais que seus adversários para reconquistar o voto dos mineiros.
Entrando na briga
Ciente de que terá que pagar grande parte da conta do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o Itaú tem se movimentado nos bastidores do poder para que o RAET do Banco Master inicie ainda no primeiro semestre de 2025. Segundo cálculos de seu CEO, o prejuízo/contribuição potencial para o Itaú no momento seria de R$ 7 bilhões. Caso a operação com o BRB seja aprovada, a expectativa é que este prejuízo potencial pelo menos dobre.
Meses após tragédia, Igreja de São Francisco segue em ruínas e abandonada pelo poder público
O tempo passa e a omissão permanece. Meses após o desabamento do teto da Igreja da Ordem Primeira de São Francisco, um dos maiores patrimônios históricos do Brasil continua fechado, interditado e sem qualquer plano de recuperação. O IPHAN e as demais autoridades federais e estaduais cruzam os braços imersos nas suas burocracias. A Bahia assiste calada à ruína de um símbolo nacional. Até quando vai durar esse abandono vergonhoso?
Frades desalojados, igreja fechada e sem recursos: silêncio oficial aprofunda abandono do patrimônio
A Ordem Primeira de São Francisco perdeu sua única fonte de renda: as visitações. O convento anexo, onde moravam os frades, também foi interditado após o desabamento do teto da igreja. Hoje, vivem desalojados, em condições improvisadas, sem recursos sequer para custear o laudo técnico exigido pelo IPHAN. Sem esse levantamento, o governo federal alega não poder liberar verbas. Já o Governo Estadual e a Prefeitura de Salvador fingem que o problema não é com eles. O impasse revela o total descaso com um dos maiores tesouros do patrimônio barroco brasileiro.
Inspeções confirmam: Igreja de São Francisco pode desabar completamente nas próximas chuvas
O alerta é grave: as inspeções iniciais apontam risco iminente de colapso total da Igreja da Ordem Primeira de São Francisco. Com a chegada das chuvas, especialistas indicam que a estrutura, já fragilizada, não resistirá. A omissão das autoridades beira o criminoso. A inércia do IPHAN e o abandono do poder público estadual e municipal podem resultar na perda irreversível de um dos maiores patrimônios históricos do Brasil. Se nada for feito agora, restarão apenas escombros.
CPI do INSS é realidade
Ninguém segura mais. Vai sair a CPI no INSS e até deputados do governo assinam, já que o rombo é extraordinário. Conselho e água se dá a quem pede, mas se o ministro da Previdência, Carlos Lupi, tivesse juízo, renunciava ao cargo. O roubo é impressionante.