A Ordem Primeira de São Francisco perdeu sua única fonte de renda: as visitações. O convento anexo, onde moravam os frades, também foi interditado após o desabamento do teto da igreja. Hoje, vivem desalojados, em condições improvisadas, sem recursos sequer para custear o laudo técnico exigido pelo IPHAN. Sem esse levantamento, o governo federal alega não poder liberar verbas. Já o Governo Estadual e a Prefeitura de Salvador fingem que o problema não é com eles. O impasse revela o total descaso com um dos maiores tesouros do patrimônio barroco brasileiro.