O tempo passa e a omissão permanece. Meses após o desabamento do teto da Igreja da Ordem Primeira de São Francisco, um dos maiores patrimônios históricos do Brasil continua fechado, interditado e sem qualquer plano de recuperação. O IPHAN e as demais autoridades federais e estaduais cruzam os braços imersos nas suas burocracias. A Bahia assiste calada à ruína de um símbolo nacional. Até quando vai durar esse abandono vergonhoso?