Após a CSN e a TAM, a Gol é a terceira grande companhia brasileira a buscar publicamente o ressarcimento dos bancos que atuaram no cartel do câmbio de 2003 a 2013. Recentemente, a companhia protocolou um pedido junto ao CADE para ter acesso aos dois processos administrativos, que correm protegidos por segredo de justiça. Em dezembro de 2016, o CADE homologou cinco termos de cessação de conduta com HSBC, Citibank, JP Morgan, Deutsche e Barclays. Além de se comprometerem a cessar as práticas ilegais e colaborarem com a elucidação dos fatos, as instituições depositaram R$183,5 milhões no Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
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