O cartel do câmbio passou a ser investigado no Brasil pelo CADE em 2015, quando o banco suíço UBS, que era membro atuante do cartel, decidiu delatar formalmente as práticas da organização criminosa da qual fazia parte. Desde então, a investigação no Brasil evoluiu muito pouco. Um dos principais motivos, além do lobby pesado dos bancos e das grandes bancas de advocacia que os defendem, é que o CADE está estranhamente sem presidente desde meados ano passado.
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