Os institutos de pesquisas, não sem razão, não colocam nenhum político do Nordeste nas suas pesquisas presidenciais. Naquela região do país, os velhos caciques colocam como seus herdeiros políticos, filhos, filhas, sobrinhas e netos. Vide o exemplo da Câmara dos Deputados e das prefeituras municipais. Nenhum político nordestino pinta em nível nacional ou atravessa as fronteiras das províncias. Hoje, o que se vê e se cristaliza na crise política, são nomes do eixo Rio-SP. E dela não fogem e não fugirão, até que o provincianismo do nordeste mude.
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