Se Marcelo Odebrecht (fortuna estimada em R$ 13,1 bilhões segundo a lista de bilionários da Forbes, antes da prisão) era o bobo-da-corte dos governos Lula e Dilma, imagine nós diante destas notícias:
1) Ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara no governo Dilma, Henrique Eduardo Alves, garante em depoimento à Justiça Federal de Brasília: desconhecidos depositaram e movimentaram, sem o conhecimento dele, em uma conta na Suiça, U$ 832.975,98 (o correspondente a R$ 2,5 milhões).
2) O empresário José Yunes, assessor especial de Michel Temer até o fim do ano passado, admite que, sim, recebeu um pacote em seu escritório das mãos de Lucio Funaro, apontado como o operador do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mas não o abriu e mal teve tempo de conversar com o portador da encomenda. “O Padilha (Eliseu Padilha, atual chefeda Casa Civil) me disse que eram documentos.”
A julgar por estes depoimentos comoventes de políticos e empresários ludibriados, e por declarações indignadas de outra inocente nesta história, a ex-presidenta da República, a boba-da-corte mor desta quadrilha de bobos-da-corte tem os seguintes nome e sobrenome: Dilma Vana Rousseff.
A última a saber e a primeira a dizer que nunca soube de nada.
PT + PMDB juntos = PMBC (Partido de Mobilização dos Bobos-da-corte).
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