E X C L U S I V O
Foi este o montante pago pela construtora Andrade Gutierrez a seu ex-presidente, Otávio Marques de Azevedo. Uma compensação generosa pelos 8 meses de prisão em Curitiba, exposição pública em rede nacional de TV e condenação a 18 anos de cadeia por corrupção ativa e lavagem de dinheiro, reduzidos, graças a um sofrido acordo de delação premiada, a um ano de prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, regime semiaberto por dois meses e, para encerrar, dois anos de regime aberto, com prestação de serviços comunitários.
Há 5 anos Otávio – que era considerado uma espécie de “sócio sem ações” da empreiteira – figurava na lista dos empresários mais poderosos do país. Hoje já pode ser considerado um dos executivos aposentados mais ricos do Brasil.
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