Adriana Ancelmo não terá mais celulares, computadores, internet e outras conexões em seu belo apartamento na quadra da praia de um dos bairros mais caros do mundo, no Leblon, Rio de Janeiro.
Ela poderá usar os celulares de seus vários empregados, pagos com dinheiro público – ou mesmo dos filhos adolescentes.
O reembolso terá de ser feito por fora, em dinheiro vivo. Mas tudo bem, né?
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