Com a revogação da prisão preventiva da advogada Adriana Ancelmo – comparsa do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral – as mães presidiárias de todo o Brasil já podem recorrer à Lei Adriana Ancelmo, que estende a todas as presas, sem poder nem dinheiro (desviado de verbas públicas) do Brasil, o benefício de ficar ao lado dos filhos enquanto aguarda uma sentença definitiva.
Só no Rio de Janeiro, das 35 presas que estavam amamentado seus filhos na cadeia, em prisão preventiva, em dezembro de 2015, apenas 4 obtiveram decisão favorável a seus pedidos de prisão domiciliar.
Adriana não estava amamentando. Estava na posição contrária, alimentando-se do dinheiro que deveria ir para a saúde, educação e segurança, em um estado hoje, sabidamente e infelizmente falido.
Adriana Anselmo fez 67 viagens ao exterior em sete anos, período em que Sérgio Cabral governou o Estado do Rio de Janeiro – de 2007 a 2014. Adriana nunca manifestou preocupação em deixar os filhos em casa enquanto viajava. Por quê essa preocupação agora que foi presa?
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