O descaso com a educação II

Outra atrocidade cometida esse ano foi a autorização do MEC para a criação de mais 34 novos cursos de direito no país. Havia um acordo informal entre o OAB e o Ministério para a suspensão da abertura de novos cursos pelo período de alguns anos e que o foco das entidades seria no controle da qualidade dos já existentes. O país tem índices absurdos de reprovação no Exame de Ordem; por exemplo na prova de 2017.2 os aprovados na primeira fase foram somente 14,98% dos inscritos. E mesmo dentre os que conseguem passar pelo exame, poucos são bons profissionais. Não contente com as aberrações, o MEC em 2017, contrariando os apelos da OAB, concordou com a criação do curso de tecnólogo em serviços jurídicos na modalidade de ensino à distância. A Ordem considera o que tem sido feito como “estelionato educacional”. E a população fica à mercê de perder direitos essenciais, como liberdade e patrimônio, por má atuação de advogados descapacitados.

 

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