A delação do ex-ministro Antonio Palocci afirmando que Lula, Dilma e Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras, sabiam da corrupção na empresa é outro tiro mortal na campanha de Fernando Haddad. Como um dos coordenadores de Haddad, Gabrielli será denunciado novamente pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal e terá que sentar mais uma vez diante do juiz Sérgio Moro para dar explicações de novos e graves fatos durante sua gestão na presidência da Petrobras. Será difícil para Gabrielli fugir de uma ordem de prisão de Sérgio Moro.