Diáspora dos infiltrados

No momento em que o governo cubano anunciou o rompimento do acordo e determinou a volta de mais de 8 mil médicos, 100 cubanos viajaram imediatamente para cuba. Detalhe: não eram médicos e sim agentes que fiscalizavam os profissionais que aqui estavam. Chegaram a ameaçar de morte o ex-ministro da saúde Ricardo Barros. O Ministério Público Federal solicitou ao governo brasileiro quanto foi gasto durante sete anos com a vinda desses médicos para o Brasil. O tamanho do escândalo quando revelado e os valores mandados para Cuba serão fulminantes para a imagem do PT.

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