O uso de parte dos salários pagos a assessores parlamentares por parlamentares para custear despesas pessoais, bancar aliados e até mesmo
manter estruturas partidárias virou uma regra para 9 de cada 10 parlamentares brasileiros. Com a conivência dos bancos e as vistas grossas do COAF e da Receita Federal, bilhões de reais de dinheiro público são repassados livremente todo mês, enriquecendo ilicitamente muitos que deveriam justamente zelar pelo dinheiro público.