A retirada em massa do patrocínio de estatais ao futebol brasileiro era o que faltava para azedar de vez a relação entre a CBF e a Rede Globo. Sem o dinheiro estatal, a Globo e seus canais Sportv e Premiere terão que arrumar outras fontes para cobrir o rombo ou acabarão perdendo os direitos televisivos para aplicativos de celular e computadores, que já dominam as transmissões mundo afora.