A Madoff brasileira

Raquel Moura Borges e Rita Ramoni, socias da empresa de investimento Global Access, com escritórios em Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo estão sendo processadas no Brasil pelo desaparecimento de US$ 12,8 milhões das contas do industrial Ruy Haidar. A fraude, segundo dados dos autos, foi cometida em solo norte-americano dentro do banco credit agricole indosuez ( Miami ), Societe Generale na Suíça e envolveu também o JP Morgan (banco para onde foram transferidos os recursos dos clientes) utilizando a falsificação de documentos de um suposto Bond (título de dívida) em nome da companhia mineira Colortextil de Belo Horizonte-MG, presidida pelo presidente da FIEMG. É parte na ação também o banco mineiro Mercantil do Brasil, onde supostamente está evidenciado que seria o banco recebedor dos recursos do fake-bond. Sabe-se que a escola Graded foi beneficiada por uma doação de Raquel Moura Borges, também sabe-se que agentes do FBI, da SEC (CVM americana) já estão investigando o caso, pois envolve uma das maiores tramoias de brasileiro em solo norte-americano. Reclamam também clientes brasileiros residentes no estado do Mato Grosso, uma família brasileira radicada na Alemanha dentre outros menores, além do já conhecido caso da família Vezozzo dona do Hotel Bourbon Atibaia que reclama US$ 14 milhões.

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