O grupo Barretto de Araújo, que teve sua liquidação sentenciada pela Justiça Federal, ainda tem várias empresas subsidiárias com vasto patrimônio. Somente uma delas, a Companhia Industrial Pastoril, acaba de receber dezessete milhões de reais, produto de indenização de terreno no metrô Bahia. A luta na sociedade aponta que um grupo com os sócios Ricardo de Agostini Lagoeiro e Vera Madalena Barretto de Araújo receberam indevidamente dezessete milhões de reais e um outro pagamento de oito milhões está para ser feito em favor da empresa Vale. É importante lembrar que o sócio e principal milionário do grupo, Plínio Moscoso de Araújo, foi morto envenenado por arsênico dentro de um hospital. Um crime que até hoje não foi desvendado.