Educação em debate II

A sociedade passa a questionar porque a essência do ensino de ciências sociais não é mais os grandes pensadores, o estudo de suas doutrinas e o estímulo ao livre pensar, esses temas parecem estar em segundo plano. O que se percebe na maioria dos cursos é um viés político, uma vinculação ideológica perversa, uma traição aos valores educacionais onde as divergências deveriam enriquecer o aprendizado e formatar opiniões individuais antes do coletivo. Aproveitam-se dos jovens alunos-inocentes úteis, carentes de conhecimento e perspetivas, tratados como massa de manipulação fácil para a doutrinação política conforme a conveniência das escolhas de seus mestres. Pensar diferente será motivo de discriminação. O resgate de uma academia despolarizada e de seus reais valores é o que se espera do debate em aberto.

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