Dinheiro de mentira II

As dificuldades impostas aos empresários, como fianças bancárias de grandes bancos para ter acesso aos recursos dos fundos constitucionais repassados pelo Banco do Nordeste, têm desestimulado empresários a investir na região. Quando o altíssimo custo das fianças de Bradesco, Itaú ou Santander é colocado na conta do custo total dos empréstimos do BNB, são poucos os que ainda optam pelo banco de fomento. O resultado é que a maioria das empresas tem cancelado investimentos que poderiam gerar centenas de milhares de empregos. Por outro lado, as empresas com capacidade de contratar as fianças exigidas têm optado pelo mercado de capitais ou até mesmo por empréstimos diretos juntos aos bancos privados. Enquanto persistir esta situação que lembra a discussão do ovo ou a galinha, o dinheiro do BNB para os empresários brasileiros será um dinheiro de mentira.

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