O Brasil e o mundo com muito medo

Reunião médica importante sobre o assunto mais temível do mundo – o COVID19 – ocorreu no INCOR em São Paulo. O encontro entre os mais notáveis médicos do país tratou sobre  políticas de enfrentamento, disseminação, comportamento das UTIs e diversos outros pontos. Vamos a um resumo do que foi tratado: A partir de hoje haverá uma explosão de casos, porque já chegamos ao estágio de “expansão comunitária”, infelizmente; Pessoas muito idosas não devem se expor de jeito nenhum, reduzindo a possibilidade de contágio, pois nesse grupo etário a mortalidade chega a 15%, 18% enquanto nos jovens a 0,2%; Uma comparação entre resultados de exames de raio X de pacientes contaminados na China e no Brasil são idênticos, embora a tomografia seja mais eficaz na detecção da doença; É esperado nos próximos quatro meses o registro de 44 mil casos na grande São Paulo, e que vão precisar de 10 a 11 mil UTIs para os tratamentos necessários; Não existem, mesmo em São Paulo, essa quantidade de leitos disponíveis; Na Itália, os centros cirúrgicos estão sendo usados para auxiliar com os equipamentos de ventilação mecânica, o mesmo deveria ser feito aqui no Brasil quando a situação ficar mais aguda; Ideal é entubar o paciente o mais cedo possível, o que não ocorreu nos primeiros pacientes chineses permitindo o vazamento pelas máscaras, disseminando mais os vírus; Em contrapartida, pelo acúmulo de outras secreções corpóreas dos pacientes internados acabou contaminando uma maior número de profissionais das equipes hospitalares; E um aviso importante da boca dos médicos reunidos de ‘não viajar internacionalmente de maneira nenhuma’, porque os países podem fechar suas fronteiras a qualquer momento, o que ocorreu na Itália.

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