A pressa é inimiga da salvação

Vale uma historinha: Avião, em vôo de cruzeiro, e o comandante alerta aos 400 passageiros que um defeito na parte elétrica necessita o desligamento dos motores. Explica que a ação, temporária, pode acarretar problemas sérios em 20 passageiros com marca-passo (deviam sentar na frente, longe dos motores), outros 180 com alguns distúrbios de pressão e outros problemas deviam se reacomodar na parte do meio da aeronave(mesmo se debatendo com alguma trepidação maior) , e os demais 200 sadios e mais fortes, permaneceriam na parte de trás (já que dispunham de mais resistência ao perigo de inalar por algum tempo a fumaça desprendida pela pane no motor). Depois de dez minutos de discussão, vem o alerta da cabine de comando: “se a decisão não sair agora, não adianta mais, pois é impossível e ineficaz religar um motor de Boeing a menos de 1.000 pés de altura”. Conclusão: a discussão interminável e em excesso, mata aos sábios e aos desarrazoados mentais, todos igualmente sem tempo de achar a verdade total.

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