Mesmo no “abre-fecha” dos parques comerciais de todo o país, com viés de abertura, graças a pressão dos empresários e comerciantes em cima dos prefeitos e governadores, vai demorar muito para as vendas de fato acontecerem. Principalmente, no volume e intensidade que o segmento precisa para não afundar de vez no prejuízo geral em seus negócios. Os clientes estarão em passos lentos, preocupados, por ora, com o contágio do vírus e a perda de seus empregos. Comprar alguma coisa que não seja tão necessário, pode esperar um pouco mais.