O economista, professor e ex-ministro da educação, Abraham Weintraub, é um verdadeiro imã-catalisador de problemas. Em pouco mais de três meses entrou, permaneceu e saiu do Ministério envolvido em polêmicas de todos os tipos. Mídia, universidades, artistas, partidos políticos, professores, alunos e até ministros do STF tiveram na mira de seus desaforos e críticas raivosas. Como toda ação corresponde a uma reação de mesma proporção, o mais aguerrido seguidor do presidente Bolsonaro está virando um “para-raios de problemas”. Mesmo viajando de forma ágil para os Estados Unidos, vai levar um “chá de cadeira” na sala de espera do Banco Mundial, por lá terá a imprensa internacional também na sua cola, e contará sempre com a ira dos juízes do Supremo Tribunal Federal que nunca esquecerão do adjetivo “vagabundos” dirigidos a eles. Agora mesmo, mais um processo contra o desafortunado está em andamento na Corte Suprema… o de racismo. Vêm mais alguns processos por aí. Weintraub tão cedo não terá sossego, mesmo que vá morar no deserto de Atacama.