Calados, encolhidos e mortos

O sistema presidencialista brasileiro chega muito perto da monarquia absoluta, onde o poder do soberano é total, imutável e definitivo. Essa é a leitura que pode ser feita nos dias pandêmicos de hoje, com relação às diatribes, vontades e ordens do presidente Jair Messias Bolsonaro. Seguido por uma legião de vassalos aos gritos de Mito, age e diz o que quer, indiferente ao temor de sua população com o avanço cruel da pandemia. Considera-se “imbrochável”. Enquanto isso, poderes constitucionais, portanto legais e reconhecidos pelos brasileiros, calam-se – ou esperneiam timidamente – deixando fluir a insensatez do negacionismo presidencial. 

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